Bem-vindos ao Portal Lou de Olivier - Super Ação Máxima!!! Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental.
Escritora, Dramaturga, Diretora Cênica, Poetisa. Precursora da Multiterapia. Detectora do disturbio Dislexia Adquirida, hoje aceito nos termos
oficiais da Ciência da Saúde em língua portuguesa, espanhola e também inglesa, onde recebeu a denominação de Acquired Dyslexia.
Lou é Vegana e Ativista das causas socioambiental e animal. Criadora da Super Ação Máxima Multieventos.

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Lou de Olivier: Publicando, hoje, a verdade de amanhã! (A serviço do Eterno) 

 
Desde 1980 estudando e pesquisando dislexias, desde 1982 estudando e implantando a Multiterapia da qual é precursora, desde 1996 publicando inúmeros artigos comprovando a possibilidade de aquisição de distúrbios por privações cerebrais (anoxia/hipoxia) ou descargas elétricas cerebrais (AVC, traumatismos entre outros). Diante destes episódios é possível adquirir uma dislexia, disgrafia, TDAH e até autismo entre outros. Saiba mais nos artigos disponíveis neste portal ou em seus livros. "Foi justo por ser desenganada pela medicina, desacreditada por alguns professores que me superei e, em super ações, tornei-me tudo que sou". By Lou de Olivier
 

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Pioneirismo da Lou de Olivier em diversas áreas Terapêutica, Artística, Empresarial e Cultural:

Pioneirismo de Lou de Olivier na área Terapêutica

Sempre a frente de sua geração, Lou inovou o conceito de suas áreas de atuação, inclusive diferenciando Musicoterapia e Arteterapia da Música e da Arte usadas como Terapias.

Criadora do revolucionário método de Musicoterapia com seqüência mesclada e adaptada a cada paciente, o que proporcionou controle e cura para casos de estresse, depressão, insônia, distúrbios diversos e até para toxicomania, libertando seus pacientes do uso de antidepressivos e outros medicamentos.

Precursora da área de Multiterapia, mesclando diversas técnicas terapêuticas, também adaptadas a cada caso e utilizada com sucesso no tratamento de inúmeros distúrbios.

Foi a primeira a cogitar a anoxia perinatal como causadora de distúrbios de aprendizagem além dos já conhecidos autismo, paralisia cerebral e outros. Após mais de vinte anos, pesquisas em vários países confirmaram sua tese.

Foi também a primeira a ligar os sintomas do TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) aos sintomas causados pelo consumo de drogas. Novamente pesquisas internacionais confirmaram essa sua teoria. Também foi a primeira pesquisadora a insistir que a dislexia não causava simples troca de letras e não se apresentava numa única forma ou estágio. Mais uma vez foi preciso que pesquisas internacionais confirmassem essa sua teoria muitos anos depois.

Primeira a incluir distúrbios como Hiperlexia e Limitrofia como sendo causadores de deficiência ou alterações significativas de aprendizagem, primeira a citar todos os sintomas dos vários distúrbios de aprendizagem, esclarecendo de forma brilhante esses assuntos, mudando todo um conceito de muitos anos.

Foram tantas as suas teorias futuristas que nem teríamos como enumerar a todas. Sua extrema capacidade nas pesquisas, sua sensibilidade para detectar o real distúrbio de cada paciente e adaptar seu método a cada caso fez com que curasse inúmeros casos até então desenganados, atraindo pacientes do mundo todo.

Paralelo a isso, a versatilidade dessa magnífica profissional, sua extrema capacidade para criar textos científicos, literários e artísticos com a mesma desenvoltura a tornaram autora de mais de quinhentas poesias, quatorze textos teatrais, inúmeros contos, fábulas, romances, em vários gêneros, além dos seus polêmicos e inovadores artigos científicos conhecidos e elogiados em muitos países como Inglaterra, Portugal, França, Alemanha, Suiça e Estados Unidos.
 
 
Pioneirismo da Lou na área Cultural:
 
Seu pioneirismo e inovação na área cultural se mecla àsua incansavel e altruista participação em filantropia. Eculminou com a inaguração do Espaço Cultural Dra.Lou de Olivier em 2000.
 
Enquanto a maioria dos Espaços e Centros Culturais são bancados por patrocínios de empresas privadas e/ou por Prefeituras, o ECDLO surgiu de forma totalmente independente. A Lou reuniu novamente seu irmão, Professor Erasmo e alguns amigos pessoais, todos altruístas e dispostos a doar seu tempo e conhecimentos e, a partir dai, iniciaram o trabalho. O Professor Erasmo lecionava Francês, A Professora Graça Cauwet lecionava Inglês, a Lou proferia palestras, cursos, prestava atendimento terapêutico através da clínica integrada Psicoarte e cuidava da direção geral do ECDLO. Outros professores juntaram-se ao esquema e, com isso, o espaço proporcionou ao público muitos cursos e atividades.

           A inovação não parava por ai; para participar dos cursos e atividades, havia duas formas, pagar uma taxa simbólica para valorizar o serviço, (pois está mais do que claro que o "gratuito" não tem valor) ou, caso o interessado não pudesse pagar nem a taxa simbólica, poderia contribuir com trabalho. Ou seja, quem queria fazer o curso de idiomas, poderia pagar uma taxa simbólica ou optar por ensinar algo aos colegas, bordado ou costura, por exemplo. Com isso havia o incentivo a participação de todos numa real cidadania. Sem dúvida, uma forma bem melhor de se incentivar a cultura e a cidadania sem nenhuma demagogia e sem nenhum tipo de patrocínio.

           A idéia deu tão certo que, um ano depois, o Ecdlo comemorou seu sucesso total, tanto que o evento seguiu animadamente até às 22:30 horas, ultrapassando a hora prevista para seu término, às 19:30 horas, contando com a presença de escritores, intelectuais, professores, alunos e leitores, numa ocasião em que foi possível divulgar livros em lançamento e os já lançados, oficializar a campanha de preservação da água potável do planeta, agora já intitulada "Órfãos da água" apresentar um pequeno texto teatral em Inglês, com alunos do curso básico,que tiveram apenas dois meses de aulas e só um ensaio, provando a grande eficácia do método usado pelo ECDLO no ensino de idiomas...
 
Além disso, o evento permitiu o maior objetivo que foi aproximar escritores e leitores, incentivando a leitura e enriquecendo a cultura do público, inclusive contando com doações de livros em lançamento, cedidos por autores de vários países e também pelos escritores participantes e presentes ao evento...
 
Apesar do sucesso, infelizmente, em 2002, com a saúde abalada e tendo que passar por uma cirurgia delicada, a Lou precisou afastar-se do ECDLO por alguns meses. Os demais participantes do projeto, por serem voluntários, não tinham condições de cuidar do ECDLO em tempo integral e isso aliado ao total descaso da mídia e do meio político fez com que o ECDLO fechasse suas portas justamente quando deveria comemorar o segundo ano. Mas deixou o grande exemplo de altruísmo e preocupação com a comunidade, num esquema simples de se colocar em prática, apenas contando com a boa vontade de quem, realmente, faz a diferença.
 
 
Saiba mais sobre a atuação de Lou de Olivier em prol do bem estar de todos, clicando em  filantropia, no menu à esquerda.

   Pioneirismo de Lou de Olivier na área Artística

Tendo iniciado estudos na área teatral para recuperar a memória perdida por causa de uma anoxia por afogamento, a Lou encantou-se com a nova forma de usar o palco (antes era só a dança e o canto) e decidiu cursar uma faculdade na área. Devido a grandes falhas na memória que continuava abalada, inscreveu-se em primeira opção para Educação Artística e em segunda opção para Artes Cênicas. Estava certa de que não passaria na primeira opção, mas tinha chances de classificar-se na segunda e, assim, cursar a tão sonhada área de Artes Cênicas.

Foi uma grande surpresa ver que passou na primeira opção e também passou no teste para o grupo de teatro universitário que estava sendo formado para representar a faculdade em concursos e festivais. Foi assim que, ela viu-se cursando Educação Artística, quando na verdade, seu sonho era o teatro, mas essa fase lhe serviu como experiência para conhecer outras formas de artes como plásticas, desenho e pintura, além das que já dominava, ou seja, a dança e o canto. Ao mesmo tempo o grupo de teatro destacou-se tanto com um super musical "Francisco o irmão sol" que acabou entrando em temporada semi profissional. Lou desempenhou dois papéis nesta produção: "Santa Clara"(protagonista) e "Maria Idiota de Carvalho", uma personagem criada pela Lou e integrada a criação coletiva do GT Martup, nome do grupo de teatro.

Ao terminar o curso de Educação Artística, optou pelo bacharelado em Artes Cênicas e, na seqüência, cursou Musicoterapia. Foi integrante da primeira turma de Musicoterapia em nível superior nesta faculdade paulista. Convidada a fazer comerciais e uma novela, Lou precisava do DRT, o registro exigido para que se possa atuar profissionalmente na área artística. Era um registro tão difícil de se conseguir na época que havia até os "figurantes profissionais" , pessoas que sujeitavam-se a inúmeras figurações só para juntar comprovações de trabalho e entrar com o pedido de registro.

Lou, achou que, se tinha cursado uma faculdade na área não precisaria sujeitar-se a isso, dirigiu-se diretamente ao Ministério do Trabalho e pediu informações. Notou que sua faculdade não constava da lista de cursos reconhecidos. Foi orientada a procurar o MEC e informar-se sobre a situação da sua faculdade. No Mec a situação era a mesma, a faculdade não constava como reconhecida na área teatral, apenas como conservatório musical. Durante duas semanas, Lou correu do SATED (Sindicato de Artistas e Técnicos em Espetáculosde Diversões) ao MEC e do MEC ao MT e vice-versa sem nada conseguir até que lembrou-se de um número que havia visto numa circular da faculdade. Voltou ao MEC e quase enlouqueceu a atendente fazendo-a descer livros e mais livros empoeirados em que Lou procurava o bendito número que representava o decreto que reconhecia sua faculdade na área teatral.

Três dias depois, finalmente encontrou a página com o decreto em dois livros e ai esbarrou em outro problema; os livros não poderiam sair da sala dos arquivos para serem xerocados. Lou não pensou duas vezes para exigir que a atendente a acompanhasse até a copiadora mais próxima, que ficava a dois quarteirões do local. Afinal, se ela não podia sair com os livros, a atendente podia, era funcionária e...

Não se sabe se foi por solidariedade ou para ver-se livre de Lou, que a atendente logo aceitou o "convite" e lá se foram as duas carregando dois livros enormes e empoeirados pelas ruas. Todas as cópias xerocadas, Lou voltou ao SATED e MT e deixou as cópias e o pedido de registro de seu DRT. Alguns dias depois, ao retirar sua carteira de trabalho que exibia o carimbo "Artista diplomada", Lou foi elogiada pelo funcionário do MT, disse ele que, se não fosse a grande insistência dela, não teria conseguido provar o reconhecimento de seu curso, não teria seu registro como diplomada e, principalmente, não seria precursora desse registro que até aquele momento só era concedido aos alunos da ECA/EAD.

A partir desse dia, os colegas de curso de Lou, também deram entrada aos seus registros como artistas diplomados e até diziam animados que a faculdade deveria exibir um busto de Lou na entrada e não de Marcelo Tupinambá que era o homenageado no busto e no nome da faculdade.

 

Pioneirismo de Lou de Olivier na área Empresarial

Na década de 80 (mais precisamente em 1986), dois irmãos ainda muito jovens decidiram ser diferentes da maioria de seus colegas, que só pensava em divertir-se, sem nenhum plano ou pretensão; Resolveram fundar uma empresa.

A princípio, aberta em uma das garagens da enorme casa onde moravam, tinham uma mesa, um telefone, uma grande pantera de gesso plantada na porta da referida garagem e um contrato social que levava a autorização do pai, pois um dos irmãos tinha apenas 17 anos. Essa foi a única orientação que receberam quando começaram a carreira de empresários.

Estamos falando da Lou e de seu irmão Erasmo que, em apenas três anos, colocaram a Manhattan Masana no rol das empresas mais bem sucedidas do país, levando o nome do Brasil a cento e sessenta países em duas divisões:

- Palco e passarela, dirigida pela Lou;
- Design automobilístico, dirigida pelo Professor Erasmo.

A divisão de Design atraiu alunos dos quatro cantos do mundo e , em pouco tempo, tornou-se o carro-chefe da empresa. Amplamente noticiado e elogiado, o Design não só formou alunos em diversos países (Itália, Portugal, Argentina, Uruguai, Chile e em mais de vinte estados do Brasil), mas proporcionou aos irmãos a oportunidade de lançar um jornal bilíngüe, circulando em cento e sessenta países, divulgando o Brasil em todos esses países e, em seguida, o lançamento do livro do Professor Erasmo, publicado em 1989 e que destinava-se a ser usado como livro-texto dos cursos ministrados pela Manhattan Masana Design e que acabou integrando bibliotecas famosas do mundo como a da apostólica Vaticana e da Casa Branca (USA).

A revista Gente Motori, da Itália, noticiou, em sua edição número 10/89, página 28: "até na selva Amazônica se estuda Design" (referindo-se à facilidade que o curso por correspondência proporcionava aos alunos da MM). A revista Auto & Design, também italiana, em suas edições de números 51, 59 e 131, também publicou notas a respeito. Na edição 59, inclusive, a MM ofereceu uma bolsa de estudos a um leitor da Áustria, que gostaria de estudar Design, mas não tinha condições de pagar pelos estudos em uma escola convencional, mostrando ao meio profissional da área que era possível revolucionar os métodos de ensino de Design, através de fácil acesso e baixíssimo custo, popularizando o conhecimento, até então, privilégio de uma elite. Por muito tempo, o Professor Erasmo prestou assessoria e/ou colaboração com artigos/análise de estilo para jornais e revistas como AutoEsporte, Jornal do Carro, HP e muitas outras publicações brasileiras. A empresa MM terminou ganhando o prêmio melhor imagem de marca na Espanha.

A divisão de Palco e Passarela, nasceu com a intenção de produzir os textos teatrais que a Lou já escrevia na época, mas que esbarrava na falta de preparo das pessoas que candidatavam-se aos cargos de ator/bailarino (que, por vezes, eram pessoas sem condições de pagar por um bom curso). A partir daí, os irmãos tiveram uma idéia. Como o Design ia muito bem e trazia um bom lucro para a empresa, decidiram investir em cultura; então, esta divisão passou a fornecer cursos e treinamentos gratuitos em dança, música e teatro a pessoas de baixa renda. Após os cursos e treinamentos, eram realizadas montagens de espetáculos, que entravam em temporada em diversos teatros e salões de São Paulo.

Era uma forma de incentivar as pessoas que não tinham condições de pagar por um curso de artes pois, além do treinamento que recebiam, após a formatura, podiam integrar os elencos da Manhattan Masana, conseguindo uma profissão e uma fonte de renda. Alguns dos alunos seguiram carreira artística, outros seguiram lecionando e, mesmo os que abandonaram a área, ao menos tiveram uma boa orientação e direcionamento em suas vidas.

Ou seja, desde muito cedo, a Lou e seu irmão cumpriram brilhantemente com seu papel social sem nenhum vinculo político nem religioso, apenas pelo prazer de ajudar a melhorar a vida das pessoas.

Detalhes que precisam ser ditos:

Durante a trajetória da Manhattan Masana de 1986 a 1993, foram muitos os contratempos enfrentados pelos irmãos. Um grave acidente automobilístico sofrido pelo Professor Erasmo em 1986, deixou-o mudo por dois anos. Ao invés de lamentar-se, o jovem professor aproveitou sua mudez para desenvolver o curso por correspondência que o projetou mundialmente na área de Transportation Design.

Em seguida, foi a vez da Lou sofrer um AVC que, aliado às seqüelas de sua anoxia (sofrida aos 15 anos) a deixou paralisada por seis meses. Tão logo conseguiu mover-se sem dificuldade, iniciou seus estudos na área terapêutica em busca de respostas para seus próprios distúrbios e, com a intenção de levar suas descobertas ao conhecimento de todos que passassem pelos mesmos acidentes que ela.

Em 1993, depois de enfrentar dez anos de câncer, o pai faleceu e, meses depois, um acidente colocou a mãe da Lou e do professor Erasmo em coma, culminando com sua morte. Foi nesse momento que os irmãos decidiram encerrar atividades da empresa. A Lou seguiu pela área terapêutica e o Professor Erasmo seguiu cursando e atuando em Turismo e idiomas.

Fizemos questão de incluir esses detalhes pessoais para deixar claro que, nenhum empecilho serve como desculpa para deixar de produzir bons frutos. Os desavisados que hoje pagam um ingresso de mil e seiscentos reais para participar de uma feira de jovens empresários, talvez desconheçam o pioneirismo e a grande luta que relatamos aqui e que deixaram um grande exemplo de espírito empreendedor e altruísta.

Esse trabalho filantrópico também ficou registrado em diversos artigos publicados em jornais e revistas e, sem dúvida, marcou a adolescência e juventude dos irmãos altruístas e que, mais tarde, retomariam dentro da filantropia, com a inauguração do Espaço Cultural Lou de Olivier.

 

 

 

 

Ao Escritor dos Escritores, DEUS ETERNO, que diariamente escreve a historia de cada vida do planeta, agradeço estes meus dons: inspiração de meus escritos, da minha arte, das minhas pesquisas cientificas, minhas atuações em Saúde, Arte e Educação". By Lou de Olivier

Para nos, o seculo XXI ja passou. Estamos no seculo XXII - For us, the XXIst century has passed. We are in the XXIInd century -

Para nosotros, el siglo XXI ha pasado. Estamos en el siglo XXII - Per noi, il XXI secolo è passato. Siamo nel XXII secolo -

Pour nous, XXI Siècle est terminé; Nous sommes dans le XXII Siècle - Ana, a verdade da minha vida... Sucesso real de Lou de Olivier - 

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Lou de Olivier consta como Escritora e Dramaturga das seguintes obras:
Enciclopedia de Literatura Brasileira- Volume I - paginas 187, 405 e 670 - Dicionario de Mulheres - Volume II -  paginas 532-533
Tambem integra (como profissional polivalente) as paginas 279 e 280 do livro Brasil de todos os povos/São Paulo, sua Historia, seus monumentos - Destaques e Personalidades.  Lou também consta dos verbetes do livro histórico Brasil de A a Z. Também integra quadro de pioneiros da TV brasileira no Museu da TV - São Paulo - Brasil.                                           Saiba mais sobre Lou de Olivier, no menu a esquerda